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A recente projeção do dólar a R$7,10 até dezembro de 2025, disseminada por analistas de grandes instituições financeiras da Faria Lima, enfrenta resistência de um movimento subterrâneo. Por trás dessa anti-campanha, operam forças complexas onde gigantes do pagamento como Mastercard e Visa exercem influência decisiva sobre as expectativas cambiais. Seus recentes acordos bilionários e estratégias geopolÃticas - como a investigação norte-americana sobre as transações comerciais brasileiras como o PIX, as imports e até a Rua 25 de Março, que na prática reduziram em cerca de 32% as operações nestas duas operadoras de crédito - estão redefinindo os fluxos financeiros globais, criando terreno fértil para uma valorização do real mais robusta do que o previsto.
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