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China classifica ataque a petroleiros na Venezuela como grave violação da ordem internacional
Governo chinês emite nota formal condenando ação criminosa e pede investigação completa; incidente acende alerta sobre segurança no Caribe
America do Sul
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■   Bernardo Cahue, 22/12/2025

O Governo da China emitiu um comunicado oficial condenando veementemente o assalto e sequestro de navios petroleiros ocorrido em águas territoriais venezuelanas. A declaração, feita pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, descreveu o episódio como uma "grave violação do direito internacional e uma ameaça à segurança marítima e às rotas de comércio global".

De acordo com informações apuradas, o incidente envolveu pelo menos dois navios que estavam sob a bandeira da Venezuela ou operando para a estatal petrolífera PDVSA. Ataques deste tipo, embora não inéditos na região, têm se tornado mais ousados, levantando preocupações sobre a estabilidade do fornecimento de energia e a capacidade de proteção das rotas navais.

A posição chinesa foi detalhada em três pontos principais:

  1. Solidariedade à Venezuela: Reafirmação do apoio à soberania e integridade territorial do país sul-americano.
  2. Apelo à ação internacional: Solicitação para que organismos regionais e internacionais cooperem na investigação e na prevenção de novos crimes.
  3. Proteção aos interesses econômicos: Ênfase na necessidade de garantir a segurança das cadeias de abastecimento, vitais para a economia global.

Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que a forte reação de Pequim reflete:

  • A crescente presença e investimento chinês no setor energético venezuelano.
  • A estratégia geopolítica mais assertiva da China no hemisfério ocidental.
  • A preocupação com a segurança de seus próprios carregamentos e cidadãos no exterior.

O silêncio relativo de outras grandes potências sobre o caso contrasta com a manifestação imediata da China, sugerindo um possível realinhamento de influência na região. Autoridades venezuelanas prometem uma resposta contundente contra os grupos criminosos responsáveis.

Com informações de: Agência Xinhua, Ministério das Relações Exteriores da China, PDVSA News, Venezuela Analysis, BBC Mundo ■

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