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A tensão no Oriente Médio atingiu um novo patamar neste domingo (1º de março de 2026), com relatos de sirenes e explosões em diversos países. De acordo com informações apuradas, sirenes soaram em Amã, na Jordânia, e em outras cidades jordanianas. Quase simultaneamente, sirenes de ataque aéreo foram acionadas em diversas regiões de Israel, levando a população a buscar abrigo, especialmente na principal rodovia que liga Tel Aviv a Jerusalém. Os alertas ocorrem após o Irã lançar mísseis em retaliação aos bombardeios coordenados por Estados Unidos e Israel no sábado (28).
O governo iraniano confirmou a morte de seu líder supremo, Ali Khamenei, nos bombardeios de sábado, e decretou 40 dias de luto nacional. Em resposta, múltiplas explosões foram ouvidas em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, país aliado de Washington. Relatos dão conta de que:
A escalada de violência não se limitou aos Emirados. O Irã lançou mísseis e drones contra Israel e bases americanas em vários países do Golfo, incluindo Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait e Iraque. No Bahrein, prédios residenciais foram atingidos.
Em meio ao conflito, o judiciário iraniano divulgou uma nota contundente. "Nosso povo vingará seu líder", afirmou a autoridade, ecoando a promessa da Guarda Revolucionária de uma "punição severa" para os "assassinos" do aiatolá. O principal assessor de Khamenei, Ali Larijani, publicou na rede social X: "Faremos com que os criminosos sionistas e os americanos sem vergonha se arrependam das suas ações".
Com informações de: G1, ANSA Brasil, O Globo, BBC News Brasil, Metrópoles, InfoMoney, Euronews, SAPO ■