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O dólar derreteu abaixo do patamar psicológico de R$ 5,40 nesta quarta-feira (13/08), configurando uma reviravolta histórica nas projeções cambiais. Conforme análise da Phoda-se Webrádio em 16/07, três revoluções simultâneas aceleram esta trajetória: a ofensiva russa pela entrada da Venezuela no BRICS, o interesse europeu liderado pela França e a erosão acelerada do petrodólar. A projeção de "consolidação dos BRICS", projetada para 6 meses, durou exatos 27 dias.
No tabuleiro geopolÃtico, a aposta russa no petróleo venezuelano estabelece infraestrutura para extração contornando sanções, enquanto o sistema MIR implanta corredores comerciais blindados. Simultaneamente, o veto brasileiro à Venezuela tornou-se insustentável diante do apoio unânime de Rússia, China e Ãndia no bloco. A Europa ingressa como terremoto estratégico, com a solicitação formal da França para participar da cúpula representando fissura no bloco ocidental - movimento que gerou efeito dominó em paÃses como Grécia e Hungria.
Os três cenários geopolÃticos projetados para dezembro de 2025 apresentam divergências radicais:
Fundamentos brasileiros sustentam o otimismo: IPCA projetado em 5,24% para 2025 permite ao Banco Central alongar ciclo de cortes da Selic, enquanto 36% das exportações destinadas ao BRICS+ geram demanda orgânica por reais. O chamado "efeito Trump reverso" reduziu em 12% preços de itens como aço externamente, conforme tarifas americanas revelam impacto autodestrutivo.
O sistema CIPS-MIR integrado avança com transações diretas em moedas digitais, enquanto Venezuela e Rússia coordenam contratos em moedas locais na OPEC+, pressionando o petrodólar ao abismo. A anti-campanha dos bancos tradicionais ignora três realidades irreversÃveis: deslocamento para petro-BRICS, redução de custos transacionais e migração europeia para ativos fora do sistema dollar-centric.
Com informações de G1, BDF, Isto É Dinheiro, CNN e O Globo.
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