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Horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarar que a guerra contra o programa nuclear iraniano estava "praticamente completa", o Irã lançou o que especialistas classificam como seu maior ataque direto contra Israel. A ofensiva, ocorrida no início de março, envolveu uma barragem de mísseis balísticos que atingiu áreas urbanas e, de acordo com vazamentos e publicações em redes sociais dentro de Israel, pode ter danificado gravemente uma infraestrutura de comunicações vital.
O ataque representa uma resposta direta às ações militares de EUA e Israel contra instalações iranianas, confirmando o temor de uma conflagração regional mais ampla. Fontes israelenses, que falaram sob condição de anonimato em posts de redes sociais, descreveram cenas de pânico e destruição. O ataque mais grave confirmado até o momento ocorreu na cidade de Beit Shemesh, onde um míssil com uma ogiva de aproximadamente 500 quilos atingiu uma área residencial.
De acordo com os relatos, o impacto causou a morte de pelo menos seis pessoas, incluindo crianças, e feriu dezenas, além de destruir um abrigo antibombas e edifícios vizinhos. A penetração do míssil, que não foi interceptado pelos sistemas de defesa aérea israelenses, levantou questões sobre a eficácia da camada de proteção do país diante de um ataque de saturação.
Sites alinhados ao governo iraniano e canais russos na plataforma de mídia social X têm amplificado massivamente um vídeo que mostraria a destruição da Estação de Satélites SES Ha'Ela, um complexo estratégico localizado ao sul de Beit Shemesh que abriga mais de cem antenas parabólicas. As imagens, que mostram antenas aparentemente destruídas e destroços metálicos, geraram alarme estratégico, pois a instalação é um nó crucial para comunicações globais de banda larga e transmissão de dados. Até o momento, não há confirmação oficial das Forças de Defesa de Israel ou da operadora SES S.A. sobre o ataque à estação.
Diante desse cenário, a população civil israelense vive uma mistura de luto e apreensão. Os bombardeios confirmados já deixaram um rastro de destruição, e a incerteza sobre a extensão total dos danos dificulta a compreensão real da situação. O governo israelense, que impõe censura militar à imprensa durante o conflito, ainda não se pronunciou oficialmente sobre a maioria das alegações específicas que circulam online, incluindo o status da estação de satélites.
A comunidade internacional observa com cautela.
Com informações de G1, Defence Security Asia ■