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Washington se disfarça de Tel-Aviv em guerra no Oriente Médio
Cresce o número de ofensivas contra países que se opõem ao imperialismo norte-americano; estratégia inclui como alvo países associados ao BRICS
Editorial
Foto: https://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2014/07/cupula-brics-unasul.jpg
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■   Bernardo Cahue, 17/06/2025
Não é de hoje que estamos assistindo a uma ofensiva militar, no mínimo, duvidosa. A exemplo de vários artigos e reportagens de âmbito mundial repetimos: urânio reforçado a 60%, como o desenvolvido na usina atingida em Teerã, não é suficiente para desenvolver uma arma nuclear.

Mesmo assim, a ofensiva “israelense” continua. Com aspas mesmo, pois todo aparato bélico e ideológico de Tel-Aviv nada mais se mostra como um disfarce muito mal feito das intenções de Washington no Estreito de Ormuz, que na prática reduziria os custos do petróleo para os Estados Unidos. Principalmente no quesito transporte, já que o produto chega à América do Norte hoje pelo Cabo da Boa Esperança.

Entretanto esse não é o único objetivo. A estratégia de desdolarização mundial – com independência do Fundo Monetário Internacional – apresentada pela cúpula diretora do BRICS na China traz mais um indício de retaliação dos Estados Unidos da América, que agora se apressa em ser protagonista da ofensiva contra o Irã, por “acaso” único membro do BRICS no Oriente Médio. Em outras palavras: faz-se importante a destruição de países em ascensão e a repetição de práticas já ocorridas anteriormente no Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria, Somália, Iêmen e, não diferente, na Ucrânia nazista de Zelenscky.

Não à toa, o presidente Donald Trump, de forma vergonhosa e extremamente suspeita, abandonou a reunião do G7 no Canadá às pressas para Washington. Provavelmente para cuidar do Irã, já que a lacaia Tel-Aviv não consegue sozinha representar os interesse dos senhores estadunidenses. E, com base nos primeiros ataques de Israel bombardeando usinas, há um grande risco para a sociedade mundial de um novo desastre nuclear sem precedentes, talvez pior do que Chernobyl. E a culpa, novamente, recairá sobre as vítimas do Irã, mesmo todos sabendo que o grande vilão são os Estados Unidos da América.

As raízes de Israel no nazismo de Hitler
Nessa guerra, assim como ocorreu durante a 2GM, quem sofre é o povo, seja na frente de batalha ou cuidado de suas próprias vidas. Com exceção do Führer Adolf Hitler, os proponentes ideológicos deste desastre histórico chamado Israel não sofreram os horrores dos bombardeios, tiroteios, encarceramentos e torturas de guerra - basta saber, para isso, que vários nazistas que trabalharam com o Führer foram parar nos Estados Unidos após a guerra, inclusive o engenheiro-chefe da Nasa Wernher von Braun.

A proposta de criação do Estado de Israel, datada de 1912 na Inglaterra, somente foi colocada em prática em 1948, findada a grande guerra, como uma “dívida histórica” pós Holocausto nazista. Sim, Israel só existe hoje graças ao nazismo, e curiosamente seu regime ariano contra os judeus repete as mesmas práticas, agora de judeus contra o islã.

Como última informação, fica o aviso de Donald Trump na cúpula do G7 aos iranianos: que evacuem Teerã.

Nota importante: este editorial serve de alerta a nível internacional.

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