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A quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, aprovada pela CPMI do INSS, resultou em um novo desdobramento na investigação sobre vazamento de dados sigilosos. Assim como no caso do banqueiro Daniel Vorcaro, os extratos do filho do presidente Lula (PT) vieram a público por meio da imprensa, gerando uma reação imediata da defesa e das autoridades.
Os documentos revelam que, entre janeiro de 2022 e janeiro de 2026, Lulinha movimentou cerca de R$ 19,5 milhões em uma única conta bancária, incluindo R$ 721 mil transferidos pelo próprio presidente Lula. A defesa do empresário, no entanto, sustenta que os valores são legítimos e que a exposição configura um ilícito. "Se ocorreu, o vazamento configura crime grave, que está sendo imediatamente comunicado a todas as autoridades competentes", afirmaram os advogados em nota.
A ampliação do escopo das apurações ocorre em meio à decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou a quebra de sigilo de Lulinha por falta de fundamentação individualizada na votação da CPMI. Horas antes da suspensão, porém, os extratos já haviam sido compartilhados com a comissão e vazados, levantando suspeitas sobre a cadeia de custódia da informação.
Os principais pontos da investigação em curso são:
Enquanto isso, a CPMI do INSS segue sob pressão. O relator, deputado Alfredo Gaspar, cancelou reuniões por problemas de saúde, e a oposição busca novos depoimentos para tentar ligar as movimentações de Lulinha ao esquema de fraudes. O presidente da comissão, senador Carlos Viana, afirmou que recebe as decisões judiciais com "serenidade" [user-provided].
Com informações de BBC News Brasil, G1, CNN Brasil, Poder360, R7, Valor Econômico, Band, Diário do Centro do Mundo ■