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Brasil atinge menor taxa de desemprego da história em 2025, segundo IBGE
Indicador recua para 5,6%, com redução de 1 milhão de desocupados em relação a 2024; informalidade também diminui
Politica
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■   Bernardo Cahue, 30/01/2026

A economia brasileira registrou um marco histórico em 2025: a taxa média de desemprego ficou em 5,6%, o menor patamar desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em números absolutos, a população desocupada somou 6,2 milhões de pessoas no ano. Isso representa uma redução expressiva de aproximadamente 1,0 milhão de pessoas (ou 14,5%) frente ao ano de 2024, quando havia 7,2 milhões de brasileiros em busca de emprego.

O resultado consolida um ciclo de recuperação do mercado de trabalho, com reflexos diretos na redução do trabalho informal. Segundo o IBGE, este indicador também recuou no período, embora a nota não detalhe os percentuais. A queda sugere uma migração de parte da força de trabalho para ocupações com maior formalização e proteção social.

Uma análise mais profunda dos números revela:

  • A taxa de 5,6% fica significativamente abaixo dos patamares observados durante a recessão aguda pós-pandemia e demonstra resiliência frente a desafios econômicos globais.
  • A redução de 14,5% na desocupação em um único ano é um dos movimentos mais vigorosos já registrados, impactando positivamente a renda das famílias e o consumo interno.
  • A queda paralela da informalidade é um dado tão crucial quanto o próprio desemprego, pois indica melhor qualidade na geração de postos de trabalho.

Especialistas apontam que este cenário favorável é fruto de uma conjunção de fatores, que pode incluir:

  1. Crescimento econômico moderado, porém consistente.
  2. Retomada de investimentos em setores intensivos em mão de obra.
  3. Políticas ativas de geração de emprego e renda.
  4. Dinamismo do setor de serviços, tradicional maior empregador do país.

Embora os números sejam celebratórios, analistas alertam para a necessidade de políticas que sustentem a criação de empregos formais no longo prazo e que atendam a qualificação da mão de obra para setores em transformação digital e verde.

Com informações de: IBGE

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