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O Brasil não integra mais o Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. A saÃda, anunciada oficialmente nesta segunda-feira, resulta da redução da Prevalência de Subnutrição para menos de 2,5% da população no triênio 2022-2024. O indicador, calculado com base na disponibilidade de alimentos, capacidade de consumo e requisitos calóricos médios, reflete uma melhora estrutural após o paÃs ter retornado à lista em 2018-2020.
Esta é a segunda vez que o Brasil deixa o Mapa da Fome – a primeira saÃda ocorreu em 2014. A reconquista foi alcançada em dois anos, superando um cenário crÃtico em 2022, quando fatores como inflação alta e fragilização de polÃticas sociais agravaram a insegurança alimentar. Entre 2023 e 2024, aproximadamente 24 milhões de pessoas saÃram da insegurança alimentar grave, segundo dados oficiais.
PolÃticas públicas aceleraram avançoApesar do marco, 3,4% dos brasileiros ainda enfrentam insegurança alimentar grave, enquanto 13,5% vivem em insegurança moderada. Outros problemas incluem desertos alimentares, custo crescente de dietas saudáveis e aumento da obesidade – que atingiu 28,1% da população em 2022, parcialmente atribuÃda à acessibilidade de alimentos ultraprocessados.
Globalmente, relatório da FAO destaca o Brasil como caso de sucesso na América Latina, onde a taxa média de subnutrição é de 5,1%. O modelo de combate à fome, baseado em redes de proteção social e estÃmulo à agricultura, inspirou a criação da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, liderada pelo paÃs durante sua presidência do G20.
Com informações de: Agência Brasil, G1, Gov.br, O Globo, Reuters, UOL, Metrópoles, Terra, Valor Econômico
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