Em esquema embrionado por Sérgio Moro segundo a PolÃcia Federal, documentos falsificados e áudios adulterados são usados para descontar benefÃcios sem autorização
Politica
Foto: https://s2-g1.glbimg.com/_BFq_zQiU-s1hArwL1omBT36bmg=/0x0:3840x2160/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/y/f/BFbfjBTTAoAMXELyXNDw/globo-canal-4-20250701-2000-frame-11237.jpeg
■ Bernardo Cahue, 01/07/2025
Mais de 176 mil beneficiários do INSS contestam descontos feitos por associações em seus pagamentos. Entidades como a AMBEC apresentaram documentos com dados falsos e gravações adulteradas para justificar as cobranças. Em muitos casos, CPFs corretos apareciam vinculados a nomes e endereços incorretos, e áudios de suposta autorização eram de terceiros.
O presidente do INSS, Gilberto Waller, admitiu que o órgão nunca fiscalizou adequadamente essas entidades, mas agora exige comprovação das autorizações. Caso confirmada a fraude, as associações responderão criminalmente e terão que ressarcir as vÃtimas ou ao INSS.
Especialistas orientam aos prejudicados: contestem pelo app do INSS, telefone 135 ou agência dos Correios. Se identificarem documentos falsos, comuniquem à Previdência e à polÃcia para registro de boletim de ocorrência.
Com informações de Globo e Brasil de Fato.■