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Departamento de Estado dos EUA questiona Alexandre de Moraes por bloquear redes sociais
Órgão que estuda possíveis sanções para o Ministro do STF pede explicações sobre processos decisórios judiciais ao Governo Brasileiro
Politica
Foto: https://f.i.uol.com.br/fotografia/2022/09/05/166241844163167e09e6457_1662418441_3x2_md.jpg
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■   Bernardo Cahue, 01/06/2025
Carta do Departamento de Estado dos Estados Unidos da América ao Governo Brasileiro pede explicações sobre a conduta do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, no tocante à possibilidade de "censura" e "atentado à Liberdade de Expressão".

Moraes é acusado pelo órgão estadunidense de manter bloqueio de acesso a duas redes sociais no Brasil, a Rumble e a Truth Social - a última de posse do presidente Donald Trump. Estas duas redes mantém contas de usuários de extrema-direita que, diferente de toda a rede social, estão realmente bloqueadas não somente nessas plataformas, como também no X, Instagram e Facebook. Os mesmo usuários estão incluídos pelo STF nos inquéritos do Golpe de Estado e das Milícias Digitais.

Bolsonaro se complica mais uma vez
O ex-Presidente Jair Bolsonaro, em evento do Movimento Conservador do Distrito Federal, defendeu a tese alimentada nas redes pelo seu filho, o Deputado Federal licenciado Eduardo Bolsonaro. Em seu discurso, considerou que precisa de auxílio "de fora" para conseguir seus intentos como "perseguido político", abrindo precedentes para uma possível intervenção dos Estados Unidos no Brasil.

Não obstante, Eduardo Bolsonaro repostou nas suas redes sociais uma lista com nomes possivelmente "sancionados" pela política dos Estados Unidos, incluindo praticamente todos os Ministros do Supremo Tribunal Federal, além do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, entre outras figuras públicas de destaque em órgãos brasileiros, com importante destaque para a Polícia Federal. Abre-se, portanto, um precedente importante para se considerar a atitude como ameaça e tentativa de obstrução da Justiça no caso, tanto pela prática de Eduardo quanto pela defesa pública de Jair Bolsonaro.

Com informações do The New York Times e do Plantão Brasil.■

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