Relatórios teriam descrito ações posteriores dos núcleos de apoio com exatidão e datas previstas. Nada foi feito.
Politica
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■ Bernardo Cahue, 20/05/2025
Documentos sigilosos obtidos pelo ICL NotÃcias revelam que a Abin previu com precisão os ataques de 8 de janeiro já em 2022. Relatórios de setembro alertavam sobre risco de explosivos, ameaças a ministros do STF e grupos extremistas organizando caravanas e atos violentos pelo Telegram. Apesar dos alertas, o governo Bolsonaro não reforçou a segurança. Fontes da Abin afirmam que o alto escalão do Governo minimizou os riscos, para não perseguir apoiadores. Os relatórios, que seguem secretos até 2027, são agora investigados como peça-chave da omissão.■