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Em uma publicação histórica em sua plataforma Truth Social neste sábado (28), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã. A declaração ocorre horas após o lançamento da "Operação Fúria Épica", uma maciça operação militar conjunta entre EUA e Israel que visou altos escalões do governo iraniano.
Na postagem, Trump classificou Khamenei como "uma das pessoas mais más da História" e afirmou que sua morte representa justiça para americanos e cidadãos de diversos países. "Ele não conseguiu evitar nossos sistemas de inteligência e rastreamento altamente sofisticados e, trabalhando em estreita colaboração com Israel, não houve nada que ele, ou os outros líderes que foram mortos junto com ele, pudessem fazer", escreveu Trump, citando a precisão da inteligência envolvida na operação.
O anúncio põe fim a horas de especulação sobre o destino do aiatolá de 86 anos, que estava no poder há quase quatro décadas. De acordo com fontes israelenses, o corpo do líder teria sido recuperado dos escombros de seu palácio, atingido nos primeiros momentos dos ataques. Além de Khamenei, altos comandantes militares também foram eliminados, incluindo o chefe da Guarda Revolucionária, Gen. Mohammad Pakpour, e o ministro da defesa iraniano, Gen. Aziz Nasrizadeh.
Em sua mensagem, Trump não apenas confirmou a morte, mas também endereçou um apelo direto ao povo iraniano e às forças de segurança do país:
A repercussão foi imediata. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que havia indicado a possibilidade da morte mais cedo, classificou o momento como uma oportunidade única para a mudança de regime. Enquanto isso, Teerã vive um cenário de caos. Relatos dão conta de um apagão de internet e da falta de pronunciamento oficial do governo iraniano, alimentando ainda mais os rumores sobre a dizimação da cúpula governamental.
Fontes da inteligência dos EUA indicam que, embora a morte de Khamenei crie um vazio de poder, cenários futuros são incertos. Análises pré-ataque sugeriam que, na ausência do aiatolá, os líderes remanescentes da Guarda Revolucionária poderiam adotar uma postura mais conciliatória para preservar seu controle econômico e político, focando menos em ataques a Israel e aos EUA.
Paralelamente ao conflito, a comunidade internacional reagiu com preocupação. O secretário-geral da ONU, António Guterres, convocou uma reunião emergencial do Conselho de Segurança, alertando para o risco de uma "cadeia de eventos que ninguém pode controlar na região mais volátil do mundo". Em retaliação, o Irã lançou dezenas de mísseis balísticos contra bases americanas e território israelense, com danos relatados no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos, onde fragmentos causaram vítimas fatais.
A situação no Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo mundial, também é crítica, com a Guarda Revolucionária declarando a passagem insegura para o tráfego comercial, o que deve impactar os preços globais da energia.
Contexto e desdobramentos imediatos:
Ainda não há confirmação oficial do governo iraniano sobre o estado do aiatolá, e as informações sobre os danos totais e baixas ainda são fragmentadas, com números que variam entre 200 e mais de 700 feridos, segundo a mídia estatal iraniana.
Com informações de The New York Times, NBC News, Associated Press (via WHAS11), Daily Mail, Mediaite, The Chosun Daily ■