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Os democratas da Câmara dos Representantes dos EUA liberaram nesta quarta-feira e-mails que, segundo afirmam, levantam novas questões sobre o relacionamento do presidente Donald Trump com o criminoso sexual Jeffrey Epstein e o quanto ele sabia sobre os abusos de menores.
A Casa Branca rebateu veementemente a alegação, classificando-a como uma "narrativa falsa" criada para difamar o presidente.
Entre os documentos divulgados, os democratas citam trocas de e-mails entre Epstein e a socialite britânica Ghislaine Maxwell, condenada a 20 anos de prisão por facilitar os crimes de Epstein, e com o autor Michael Wolff. Os e-mails incluem:
Trump negou veemente e consistentemente saber do tráfico sexual de Epstein. Ele disse que foram amigos antes de uma briga.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, emitiu um comunicado afirmando que os democratas vazaram seletivamente os e-mails para a mídia liberal e que a vítima com o nome ocultado nos e-mails é Virginia Giuffre, que já disse repetidamente que Trump não estava envolvido em qualquer irregularidade.
O caso Epstein tem sido um problema político para Trump, dividindo até mesmo seus apoiadores. Uma pesquisa Reuters/Ipsos de outubro mostrou que apenas 4 em cada 10 republicanos aprovavam a maneira como Trump lidou com os arquivos de Epstein.
A liberação dos documentos coincide com a posse de uma nova deputada democrata, que deve fornecer o voto crucial para forçar uma votação na Câmara para liberar todos os registros não classificados relacionados a Epstein.
Com informações de: Reuters, Ipsos. ■