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Em uma conferência conjunta na Casa Branca nesta segunda-feira (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciaram um plano de 20 pontos para encerrar a guerra na Faixa de Gaza. Os lÃderes emitiram um ultimato claro ao Hamas: aceitar os termos ou enfrentar a continuação dos ataques israelenses com o pleno apoio americano.
Os principais pontos do acordo, já aceito por Israel, incluem:
O aspecto mais incomum do plano é a estrutura de governança proposta para o pós-guerra. Gaza seria administrada temporariamente por um "comitê palestino tecnocrático e apolÃtico", mas sob a supervisão de um novo órgão internacional denominado "Conselho da Paz", que seria presidido pelo próprio Donald Trump e teria o ex-premier britânico Tony Blair como um de seus membros.
O plano é criticado por suas contradições e obstáculos polÃticos:
O anúncio do plano ocorre em um momento de intensa pressão militar e humanitária. Enquanto os lÃderes falavam na Casa Branca, o exército israelense aprofundava sua ofensiva em Gaza City. O conflito, desencadeado pelo ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023, já causou a morte de mais de 66.000 palestinos, segundo o Ministério da Saúde controlado pelo grupo.
Com informações de: Associated Press, Reuters, CNN, PBS, The Guardian, BBC, Al Jazeera. ■