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Em uma escalada dramática de tensões polÃticas, a primeira-dama Melania Trump ameaçou entrar com uma ação judicial de US$ 1 bilhão contra Hunter Biden, filho do ex-presidente Joe Biden. A medida surge após declarações do jovem Biden em entrevista ao cineasta Andrew Callaghan, publicada em agosto de 2025, nas quais ele alegou que o criminoso sexual Jeffrey Epstein teria introduzido Melania ao então empresário Donald Trump nos anos 1990.
As declarações especÃficas contestadas pela equipe jurÃdica de Melania são:
Em carta de 6 de agosto, o advogado da primeira-dama, Alejandro Brito, classificou as afirmações como "falsas, difamatórias, depreciativas e inflamatórias", além de "extremamente sensacionalistas". O documento exige que Hunter Biden:
Brito argumentou que a ampla disseminação das alegações – replicadas em redes sociais e veÃculos globais – causou "dano financeiro e reputacional esmagador" a Melania Trump, agravado pelo que descreveu como histórico de Hunter Biden de "usar nomes alheios para benefÃcio próprio".
Hunter Biden atribuiu as informações ao autor Michael Wolff, cujo livro crÃtico a Donald Trump já foi alvo de repúdio presidencial. Em resposta preliminar, Biden se recusou a se retratar, declarando em entrevista subsequente: "Que se foda – isso não vai acontecer", e descrevendo as ameaças legais como "distração".
Este confronto jurÃdico reflete uma estratégia frequente na famÃlia Trump, com o próprio presidente movendo ações agressivas contra crÃticos recentemente. Especialistas lembram, no entanto, que figuras públicas enfrentam obstáculos legais mais rigorosos em processos por difamação .
O casal Trump sempre sustentou que se conheceu em 1998 durante a Semana de Moda de Nova York, em evento organizado pelo agente de modelos Paolo Zampolli – versão corroborada por perfil da Harper's Bazaar em 2016 . A carta de Brito menciona que o Daily Beast já retirou do ar artigo similar após notificação jurÃdica da primeira-dama, emitindo pedido de desculpas formal.
O episódio ocorre sob crescente pressão pela divulgação dos "arquivos Epstein", embora o Departamento de Justiça tenha afirmado em julho que não encontrou "lista de clientes" incriminadora ou evidências crÃveis de chantagem por parte do financista, que morreu na prisão em 2019.
Com informações de: BBC News, Sky News, KETV, ABC News, Fox News, The Independent, ABC Australia
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