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Um grupo de seis paÃses apresentou à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) um termo de resolução conjunta propondo a proibição expressa de ataques ou ameaças com armas nucleares. A iniciativa, assinada por Rússia, China, Venezuela, Irã, Belarus e Nicarágua, ocorre em um contexto de crescentes debates sobre não proliferação nuclear e crÃticas à seletividade do sistema internacional.
O documento, elaborado em conjunto pelos Estados signatários, defende que:
Esta proposta surge semanas após a 69ª Conferência Geral da AIEA (setembro de 2025), onde temas sobre controle de armamentos e uso pacÃfico da energia nuclear foram destacados.
O sistema internacional de controle nuclear estrutura-se principalmente sobre dois instrumentos:
O Irã, um dos signatários da nova proposta, recentemente acusou potências ocidentais de "uso politizado" da AIEA após resolução crÃtica a seu programa nuclear. Simultaneamente, Teerã anunciou a instalação de centrÃfugas de sexta geração em sua instalação de Fordo.
Especialistas apontam que as iniciativas de proibição enfrentam obstáculos polÃticos:
Organizações como o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) defendem que o TPAN complementa o TNP ao criar uma norma jurÃdica clara contra armas nucleares, mitigando consequências humanitárias catastróficas.
Com informações de: Wikipedia, Mundo Educação (UOL), Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Embaixada da República Islâmica do Irã - BrasÃlia■