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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou publicamente que não enviará tropas terrestres americanas para qualquer missão de paz na Ucrânia, mesmo como parte de um acordo de segurança pós-conflito. Em entrevista à Fox News, Trump garantiu: "Têm a minha garantia, e eu sou o presidente", destacando que a Europa deverá assumir a liderança nas garantias de segurança, enquanto os EUA forneceriam apenas apoio aéreo.
Esta posição representa uma reversão em relação à s declarações iniciais da Casa Branca, que não haviam descartado completamente o envio de tropas durante reuniões com lÃderes europeus e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Trump justificou a decisão afirmando: "Só estou a tentar evitar que pessoas sejam mortas".
Do lado russo, o presidente Vladimir Putin respondeu com exigências especÃficas para qualquer acordo de paz:
Esta abordagem russa alinha-se com a proposta de paz conjunta sino-brasileira, que ganhou força recentemente durante a Cúpula dos BRICS. O plano inclui:
Analistas polÃticos sugerem que a Rússia vê com simpatia esta proposta porque "não pede a retirada dos invasores do território da Ucrânia", legitimando o controle russo sobre cerca de 20% do território ucraniano.
O Kremlin já sinalizou abertura para discussões, com Putin afirmando que sua reunião com Trump no Alasca foi "muito útil" e que abordou "a eliminação das causas iniciais" do conflito. No entanto, permanecem divergências fundamentais sobre o formato das negociações, com Zelensky rejeitando encontros em Moscou e insistindo em mediação internacional.
Enquanto isso, a postura americana continua a gerar incerteza entre aliados europeus. Um diplomata da OTAN resumiu: "Finalmente, quem estará no terreno somos nós, europeus. Os EUA não se comprometeram plenamente".
Com informações de: DW, RFI, O Globo, Gazeta do Povo, Central News Agency (CNA), Storm Media, Euronews, CNN Brasil, NHK World
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