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Em um sábado histórico de junho, mais de cinco milhões de pessoas protestaram em cerca de 2.100 cidades americanas contra as polÃticas do presidente Donald Trump. Os atos, batizados de "No Kings" (Sem Reis), representaram a maior mobilização desde seu retorno à Casa Branca em janeiro de 2025. A ACLU (União Americana pelas Liberdades Civis) confirmou a escala inédita, marcada por crÃticas ao autoritarismo e ao uso de forças militares contra imigrantes. Simultaneamente, Trump celebrava o 250º aniversário do Exército com um desfile militar em Washington, custando até US$ 45 milhões e isolando áreas com cercas de 2,4 metros.
Nos EUA, os protestos foram ensombrados por violência polÃtica:
Na Escócia, em julho, a visita de Trump para negociações comerciais e partidas de golfe foi recebida com protestos organizados pela Coalizão Pare Trump. Centenas ocuparam Edimburgo e Aberdeen, onde o presidente possui resorts:
Os protestos escoceses antecederam a reunião de Trump com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para discutir tarifas de importação. A UE busca evitar taxas de 30% sobre produtos europeus, enquanto o republicano ameaçava "ajustes" no acordo comercial com o Reino Unido. A tensão comercial global se soma ao cenário de insatisfação, que também reverberou em capitais como Londres e Paris durante ações anteriores contra tarifas trumpistas.
Com informações de DW, Público, G1, UOL, Metrópoles, CartaCapital e BBC.
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