Consequências regionais imprevisÃveis e condenação internacional marcam resposta a ataques recÃprocos
Internacional
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■ Bernardo Cahue, 13/06/2025
Em novo capÃtulo da crise no Oriente Médio, forças israelenses realizaram ataques aéreos contra o Irã nesta sexta-feira, 13 de junho. Alvos estratégicos foram atingidos, incluindo a usina nuclear de Natanz e o aeroporto militar de Tabriz. Autoridades iranianas confirmam danos significativos e relatam ao menos 95 feridos entre civis e militares, além da morte de comandantes e cientistas nucleares.
A investida ocorreu sem declaração formal de guerra, com Israel justificando-a como resposta a drones iranianos lançados horas antes. O Exército israelense sinalizou uma "operação prolongada" de caráter gradual, ampliando temores de uma guerra regional. Fontes regionais apontam a morte de pelo menos 20 altos comandantes iranianos.
As tensões reverberam na economia global. O preço do petróleo disparou mais de 8% nesta sexta-feira, refletindo o risco de interrupção no fornecimento energético. Diante da escalada, lÃderes mundiais manifestaram alarme unânime. Cuba, Venezuela e México condenaram veementemente a ação israelense, classificando-a como agressão criminosa que viola o direito internacional e ameaça a segurança regional.
Rússia e China expressaram profunda preocupação, pedindo moderação para evitar expansão do conflito. Pequim ofereceu mediação construtiva. Austrália e Nova Zelândia ecoaram o apelo ao diálogo, alertando para a desestabilização de uma região já frágil. O Japão reforçou esforços diplomáticos para conter a crise e proteger civis, incluindo seus cidadãos no local.
O Irã, que já havia alertado sobre retaliação decisiva a ataques prévios, mantém-se em estado de alerta máximo. Enquanto isso, a comunidade internacional pressiona por contenção. As consequências desta escalada, porém, permanecem imprevisÃveis – com riscos que transcendem fronteiras e ameaçam a frágil paz global.
Com informações de Izvestia, BBC, G1, teleSUR.■