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O Irã iniciou, neste domingo (1º de março de 2026), uma grande operação militar contra Israel e bases estadounidenses no Oriente Médio. A ação foi confirmada pelo Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC) como resposta aos ataques conjuntos de Israel e EUA que, segundo fontes iranianas, resultaram na morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país.
Em comunicado veiculado pela imprensa estatal, o IRGC afirmou que a ofensiva é a "mais feroz da história" das forças armadas do país e que ocorreria "em questão de momentos" contra os "territórios ocupados e bases terroristas americanas". Segundo a agência Fars, a Guarda Revolucionária declarou que a operação visa punir os "assassinos" do Imam da Ummah.
De acordo com o Comando Central dos EUA (CENTCOM), forças americanas e aliadas defenderam com sucesso centenas de ataques com mísseis e drones iranianos. Apesar das alegações de Teerã, Washington não confirmou baixas significativas entre suas tropas, reportando danos mínimos a instalações.
O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos informou que suas forças interceptaram e destruíram a grande maioria dos projéteis disparados contra seu território. O balanço oficial dos Emirados aponta:
O ministério emiratense condenou veementemente o que classificou como uma "escalada perigosa" e um "ato covarde", afirmando que a ação é uma "violação flagrante da soberania nacional e do direito internacional". A nota oficial acrescenta que o país reserva-se o "pleno direito de responder" e que a segurança dos civis é prioridade absoluta.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram ter identificado uma barragem de mísseis lançada do Irã, com sirenes soando em Jerusalém. Relatos iniciais indicam que pilotos israelenses atingiram centenas de alvos no Irã, incluindo sistemas de defesa estratégicos. Enquanto isso, explosões foram reportadas em vários pontos do Golfo, incluindo o Kuwait, Bahrein e Catar, onde bases militares e aeroportos foram atingidos. No Catar, autoridades afirmam que todos os mísseis foram abatidos, incluindo um que visava a base de Al Udeid, a maior instalação dos EUA na região.
Segundo a imprensa iraniana, mais de 200 pessoas morreram nos ataques iniciais dos EUA e Israel em 24 províncias do Irã. Apesar da escalada, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, declarou que a resposta militar é uma "medida defensiva" e que as forças armadas do país estão preparadas para "dar a lição que os agressores merecem".
Abaixo, os principais alvos reivindicados pelo IRGC e reportados pela imprensa internacional:
Com informações de WION, Mathrubhumi, ?? (Sohu), Zee News, BSS/AFP, Chosun, Pakistan Today, The Associated Press ■