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A escalada militar iniciada na manhã de sábado (25) colocou o Oriente Médio em estado de alerta máximo. Os Estados árabes condenaram, em notas oficiais, os ataques promovidos pelo Irã que, segundo fontes militares, atingiram alvos em seis países da região. As ações incluíram disparos de mísseis balísticos e drones, parcialmente interceptados por sistemas de defesa locais, mas que ainda assim causaram explosões em áreas próximas a infraestruturas civis e militares.
De acordo com informações preliminares, as nações afetadas registraram danos materiais e vítimas civis, embora os governos evitem divulgar números oficiais até a conclusão dos resgates. A Liga Árabe classificou a ofensiva como "violação flagrante da soberania" e "ameaça à estabilidade regional". Os países envolvidos já iniciaram consultas no Conselho de Segurança da ONU, enquanto a comunidade internacional monitora os desdobramentos.
Países diretamente afetados:
Contexto da escalada
Analistas apontam que a ofensiva está ligada às tensões acumuladas nas últimas semanas: o impasse nas negociações nucleares com as potências ocidentais, os ataques a comboios iranianos na Síria atribuídos a Israel e o apoio explícito do Irã a grupos como o Hezbollah e os houthis. Apesar de Teerã não reivindicar oficialmente a autoria, fontes de inteligência afirmam que os lançamentos partiram de bases no oeste iraniano e foram coordenados com milícias aliadas.
Reações internacionais
O secretário-geral da Liga Árabe, Ahmed Aboul Gheit, declarou que "a agressão iraniana não ficará sem resposta" e que os ministros das Relações Exteriores se reunirão nas próximas 48 horas no Cairo. Enquanto isso, as defesas aéreas dos países do Golfo permanecem em alerta máximo, e há rumores de que a Arábia Saudita já consultou os EUA sobre uma possível retaliação conjunta.
Com informações de Al Jazeera, BBC News, Reuters, Associated Press, The Guardian, Agência EFE ■