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O governo russo afirmou que o massivo ataque com mais de 800 drones e mÃsseis contra Kiev em 7 de setembro de 2025 teve como alvo exclusivo instalações militares e infraestrutura de guerra ucranianas. De acordo com o Ministério da Defesa russo, citado pela imprensa internacional, a ofensiva visava fábricas de armamentos, aeródromos, arsenais e infraestrutura de transporte utilizada pelo exército ucraniano.
Esta foi a maior ofensiva com drones desde o inÃcio da invasão em 2022, resultando na morte de pelo menos cinco pessoas, incluindo um bebê de três meses e sua mãe, além de dezenas de feridos. Pela primeira vez, um edifÃcio governamental em Kiev foi atingido, causando danos significativos ao gabinete de ministros no distrito de Pechersk.
Moscou alegou que o ataque foi uma resposta necessária aos recentes avanços ucranianos contra território russo, que incluÃram:
Especialistas em segurança questionam a eficácia das defesas aéreas russas. Um analista israelense citado pelas fontes destacou que a Rússia tem dificuldades para interceptar drones em áreas urbanas, com sistemas de defesa aérea que oferecem apenas proteção limitada.
O Kremlin manteve inicialmente uma estratégia de silêncio sobre os ataques ucranianos em seu território, minimizando os incidentes até que se tornassem muito significativos para serem ignorados. Esta abordagem, de acordo com analistas, visa manter o controle midiático e evitar desespero entre a população.
Enquanto isso, a Ucrânia continua a desenvolver sua capacidade de produção de drones, muitas vezes operando de locais improvisados para evitar ataques russos. Especialistas dizem que os ucranianos buscam demonstrar que o apoio à guerra tem um preço alto para a Rússia.
O conflito continua a se intensificar, com ambos os lados recorrendo a ataques de longa distância e buscando atingir infraestruturas estratégicas, enquanto as tentativas de diplomacia enfrentam sérios obstáculos.
Com informações de: Agência Brasil, CNN Brasil, G1, BBC, RFI, Deutsche Welle, Folha de S.Paulo. ■