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As Forças de Defesa de Israel intensificaram os bombardeios à Faixa de Gaza nesta quarta-feira (13/08), com ataques aéreos e terrestres concentrados na Cidade de Gaza, Khan Younis e áreas centrais. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, 123 pessoas morreram apenas nas últimas 24 horas – o maior número semanal em sete dias – elevando o total de vÃtimas fatais do conflito para aproximadamente 61 mil palestinos desde outubro de 2023. Entre os mortos, mais de 18 mil são crianças.
Simultaneamente, a fome atinge nÃveis sem precedentes, classificada como "Catástrofe Humanitária" (Fase 5, o nÃvel mais grave) pela FAO. Austrália, União Europeia, Reino Unido, Canadá e México emitiram alertas formais sobre o risco de morte em massa por inanição. Dados oficiais confirmam que pelo menos 227 pessoas morreram de fome e desnutrição, incluindo 103 crianças. Somente nas últimas semanas, 875 palestinos foram mortos ao buscar alimentos em filas de distribuição ou perto de comboios humanitários.
Mulheres e crianças sofrem de forma desproporcional:
A comunidade humanitária também é alvo: 270 profissionais de imprensa foram mortos, incluindo cinco jornalistas da Al Jazeera em um único ataque com drone. Equipes médicas enfrentam ataques diretos, com 735 incidentes contra sistemas de saúde documentados pela OMS, resultando em 917 mortes de trabalhadores do setor.
A ONU posicionou-se de forma contundente:
Divergências globais aprofundam-se:
Enquanto o Hamas mantém conversações no Cairo sobre cessar-fogo e ajuda humanitária, a ONU alerta: sem acesso livre a suprimentos e fim imediato das hostilidades, uma geração inteira em Gaza será exterminada.
Com informações de: Agência Brasil, News UN, UOL NotÃcias.
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